15/04/2008

Sinal Fechado: a música popular sob censura

No dia 03/04 tive o prazer de ir ao relançamento do livro do meu amigo Moby.

Na oportunidade revi também o Sérgio Alan e conversamos muito sobre os momentos de nossas adolescências comuns.

Relembramos as pessoas que nos foram caras e que muito contribuíram para nossa formação, bem como aquelas que conosco fizeram nossa história.
Destacamos a importância do Orkut para o resgate da memória e a busca dos contatos dos amigos distantes.

O Moby se fez acompanhar de sua filha que foi registando os vários momentos do evento.
O livro, originalmente escrito em 1994, tem, segundo o autor, suas raízes no subúrbio carioca de Campo Grande dos anos 70. Entremeado por letras de canções e histórias singulares, o texto de Sinal Fechado produz uma leitura agradável e de conteúdo rico, capaz de oferecer ao leitor um passeio por nossa história recentemente marcada pela ditadura militar e a expressão da MPB - Música (?) Popular Brasileira. Ao escrever o prefácio, José D'Assunção Barros destaca que no entrecruzamento de uma História Cultural e de uma História Política, onde o que se busca é examinar os jogos de poderes e contrapoderes que afetaram a Música Popular Brasileira em dois períodos específicos da nossa história, a obra também pode ser considerada um trabalho extremamente relevante de História Comparada, uma vez que se propõe a examinar comparativamente a inserção da Música Popular Brasileira em dois contextos diferenciados de ditaduras: o Período Vargas e a Ditadura Militar mais recente. O objetivo central do autor, assim poderia ser colocado, foi o de examinar – através da Censura mobilizada por estes dois governos ditatoriais contra a produção musical brasileira de sua época – as relações entre o Estado, a Sociedade e as práticas culturais relacionadas às atividades musicais. Mais particularmente ainda, trata-se de examinar as relações do Estado com a esfera da criação musical relacionada à Música Popular Brasileira.

2 comentários:

Alberto Moby disse...

Valeu pela força, amigo. Um forte abraço.

Alberto Moby disse...

Valeu pela força, Nelson. Obrigado pelo carinho. Um forte abraço.

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